O meu homem é lagarto e eu sou uma pessoa de bom gosto (do Benfica, entenda-se).
É bonito não termos de nos zangar por causa destas coisas.
Podemos chorar juntos.
Ele encontra consolo no Paulo Futre.
Eu tenho o plus da insolvência do Sporting.
Por ocasião do início de temporada.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Está moribundo...
E pensar que ainda há pouco tempo entreguei uma pequena fortuna (segundo os meus padrões - pobrezinha mas honrada) aos senhores da PC Clinic para tratar do bicho e já o tenho neste lindo estado:
E nunca o tratei mal. Só há coisa de dois meses lhe tirei o plástico protector, porque nunca quis que um risquinho que fosse o diminuísse (claro que o tirei assim que esta merda aconteceu - tanto cuidado e nada). É dos poucos que se pode gabar de ter tido todo o meu carinho sem nunca ter sido bruta. E agora isto. Quando menos se esperava.
Amei-o e respeitei-o desde o início de 2004. Deve ser a crise dos sete anos no nosso relacionamento. Ele deixou-me na mão.
De qualquer modo, não temam por Info-Excluída (que poderia ficar ainda mais excluída). Já ando de olho noutro. É mais giro, mais magro, mais versátil, mais in.
Amei-o e respeitei-o desde o início de 2004. Deve ser a crise dos sete anos no nosso relacionamento. Ele deixou-me na mão.
De qualquer modo, não temam por Info-Excluída (que poderia ficar ainda mais excluída). Já ando de olho noutro. É mais giro, mais magro, mais versátil, mais in.
Se houvesse justiça nesta terra, este bicho era meu já amanha. Ó para ele tão lindo!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Fim do mês
Estive a contabilizar os meus inputs e os meus outputs.
Nunca antes a minha carteira esteve tão out
quarta-feira, 27 de julho de 2011
just to prove a point
Exhibit A:
Exhibit B:

Exhibit B:

Adquiridas há coisa de um ano
Exhibit C:

Em sobreposição.
Conclusão:
Não, eu não era dotada de uma peida gigantesca há um ano atrás. Com mais ou menos celulite, a peidinha sempre foi piriri, obrigadinha.
Não, eu não gosto de sentir as partes baixas apertadinhas.
Não, o meu homem não me arranca a roupa interior à bruta (ele bem queria, mas eu ainda não lhe viabilizo essas coisas).
A senhora minha progenitora passa a roupa interior a ferro. E insiste em não deixar vincos. Nem elásticos.
Nunca antes as minhas cuecas andaram pelos tornozelos por motivos tão ridículos.
*favor ignorar os lençóis maricas. É que também foram escolhidos pela senhora minha progenitora*

Em sobreposição.
Conclusão:
Não, eu não era dotada de uma peida gigantesca há um ano atrás. Com mais ou menos celulite, a peidinha sempre foi piriri, obrigadinha.
Não, eu não gosto de sentir as partes baixas apertadinhas.
Não, o meu homem não me arranca a roupa interior à bruta (ele bem queria, mas eu ainda não lhe viabilizo essas coisas).
A senhora minha progenitora passa a roupa interior a ferro. E insiste em não deixar vincos. Nem elásticos.
Nunca antes as minhas cuecas andaram pelos tornozelos por motivos tão ridículos.
*favor ignorar os lençóis maricas. É que também foram escolhidos pela senhora minha progenitora*
domingo, 24 de julho de 2011
Fatal como o destino
Se eu criar expectativas, elas saem frustradas. É fatal como o destino.
É como se o Universo gozasse constantemente como a minha cara "Ah querias, não era? MUAHAHAH".
Sempre assim.
Fatal como o destino.
Deve ser daquelas coisas com que se nasce. Ou se tem ou não se tem. E eu pertenço sempre, invariavelmente, ao grupo dos que não têm.
Se eu quiser, não vem. Se eu sonhar, não acontece.
Se eu pedir em rosa, vem em vermelho. Como se houvesse uma impossibilidade de as imensas conjugações se alinharem a meu favor. Nem as imensas, nem as pequenas. Nenhumas.
O melhor será sempre nem tentar. Comigo, tentar implica sempre falhar. Comigo, tentar implica sempre um desgosto. Um golo que foi à trave. Aquilo que faltou sempre um bocadinho para poder ser.
E não há como desligar deste saber.
E também não há como deixar de querer.
Fatal como o destino.
A mim não acontece.
E, se tiver de acontecer, é a mim que acontece.
É como se o Universo gozasse constantemente como a minha cara "Ah querias, não era? MUAHAHAH".
Sempre assim.
Fatal como o destino.
Deve ser daquelas coisas com que se nasce. Ou se tem ou não se tem. E eu pertenço sempre, invariavelmente, ao grupo dos que não têm.
Se eu quiser, não vem. Se eu sonhar, não acontece.
Se eu pedir em rosa, vem em vermelho. Como se houvesse uma impossibilidade de as imensas conjugações se alinharem a meu favor. Nem as imensas, nem as pequenas. Nenhumas.
O melhor será sempre nem tentar. Comigo, tentar implica sempre falhar. Comigo, tentar implica sempre um desgosto. Um golo que foi à trave. Aquilo que faltou sempre um bocadinho para poder ser.
E não há como desligar deste saber.
E também não há como deixar de querer.
Fatal como o destino.
A mim não acontece.
E, se tiver de acontecer, é a mim que acontece.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Nunca me tinha acontecido nada assim
Foram estas as palavras do meu instrutor de condução.
Graças a Deus, não foram as últimas.
Ainda estou um bocadinho assustada.
Graças a Deus, não foram as últimas.
Ainda estou um bocadinho assustada.
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