domingo, 3 de julho de 2011

Isto cheira-me a novela da tvi

Será que fui só eu que fiquei a pensar na incrivel diferença?

Ora note-se

Documento n.º 1



Documento n.º 2

As fotos oficiais da coisa já me tinham feito uma certa comichão, mas pronto, lá se concedeu o benefício da dúvida. Podia ser cara de dor de barriga, TPM, qualquer coisa. Os primeiros brilham de felicidade, os segundos têm um arzinho pleasant ville.

Mas quando a moça desatou a chorar no casório, ele com ar de envergonhado, sem saber onde pôr as mãos, e ela num desgosto sem fim, faltou muito pouco para eu não começar a chorar com ela.

Não sei bem o que se passa aqui, mas cheira-me que isto é um casamento que vai entreter a imprensa cor-de-rosa uns bons tempos...




Tadinha... Se isto são lágrimas de alegria, vou ali e já venho.

Dúvida:

Ou não prestam atenção ao que eu digo ou escolhem fazer de conta que não ouviram.

Será uma destas, e a dúvida é saber qual.
O mundo inteiro sabe que eu odeio repetir-me.
O universo sabe que eu não participo/apoio/manifesto interesse em trabalho doméstico.

Nada contra, quem quiser que o faça. Eu é que não. Mentira. Trabalho doméstico só tem uma maneira para ser feito, que implica o preenchimento dos seguintes requisitos:
a) Estarmos de férias;
b) Não estarem reunidas as condições para ir à praia;
c) O nosso homem estar longe;
d) A televisão estar bloqueada na tvi;
e) Não encontrarmos nada melhor para fazer.

Apenas e somente após a verificação do preenchimento destes requisitos, poderei eu equacionar a possibilidade de me dedicar a tamanha actividade.

Tudo isto para dizer que, depois de um dia cheio de merdas domésticas (que ninguém perguntou se eu estava interessada. Se tivessem perguntado, eu ter-me-ia prevenido e contratado os serviços de uma ucraniana que fizesse as minhas vezes), a entidade materna teve o desplante de me fazer levantar para dobrar lençóis.

Enquanto eu bufava, a senhora teimava:
"Nem parece mulher, nem sabe ver qual o lado certo para dobrar (pelo amor de Deus!)"

Terminando com um bonito:
"Depois em casa do teu homem como é que vai ser?"

"Em casa do meu homem não haverá necessidade de lençóis, com a graça de Deus Nosso Senhor"

terça-feira, 31 de maio de 2011

Da Nojice

Eu: Ai é? Ai és assim? Ai é assim que queres? Ai é assim que agora somos?

Ele: NÃO! Agora não! Estou muito cansado para ter de te deixar contente outra vez.


(Aquela criança é uma vítima. Um dia destes alguém liga para a APAV).

Apelo à Senhora Que Manda em Mim



Dê-me um aumento!!!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Vicissitudes das Relações Humanas ou Como Um Gajo Nos Tortura Pelo Estomago


Gaja conhece Gajo.
Gajo leva Gaja a passear a Alfragide, meio caminho da Amadora, e acaba em Algés.
Gaja até gosta do Gajo.
Gajo conhece melhor Gaja.
Gajo aprende aquilo de que Gaja gosta.
Tudo très bien.

Gajo decide apresentar um prato de saúde.
Gaja come bife com pipocas.

O que vale é que também come Gajo.

Da Nobre Arte de Nojentar