domingo, 13 de março de 2011

Em resposta a esta coisa



Porque fiquei mesmo ofendida.

E passo a explicar porquê:

Eu não finjo. Nunca. Pelo mesmo motivo que leva os pais, quando ensinam xadrez aos filhos, a nunca os deixar ganhar. Porque é um mau princípio.
Nestas coisas, a honestidade é sempre um bom mote.
Eles perguntando, eu digo sempre que foi bom (porque a coisa para mim tem sempre uma forte vertente psicológica, e o simples facto de ter acontecido já é mesmo muita bom).
Eles perguntando "já estás?", a resposta também é sempre muito honesta (e sim, de todas as vezes que disse que sim, estava a falar a sério).
É que, quando eles não sabem, eu educo, eu ensino (tenho um lado muito educativo).
E, mesmo que não perguntem, estas coisas vão-se explicando, que ninguém nasceu ensinado e se eu quero fazer dele um moço a preceito - e até há ali material com que se trabalhar ou nunca me teria saltado em cima para começar - tenho de lhe explicar.

Ora, eu faço o trabalho completo.
Da mesma maneira que ensino, eu gosto de fazer a estatística do meu desempenho.
E pergunto.
E peço por sugestões.
Ah, um aparte: eu bem sei que às vezes digo que vocês são todos iguais, mas nisto a verdade é que não são. Aquilo que fazia um arrepanhar-se todo, faz o outro berrar que tem doi-doi. E isto uma moça só descobre treinando.
Treinando e obtendo respostas honestas.

Enfim, em relação às outras gajas não sei. Nem quero saber.
Agora comigo, fingir é que não. É que assim eu não vou lá, por muito boa vontade que tenha.
E, uma coisa desde já garanto: mesmo que sejam uns autênticos atadinhos (no princípio, porque eu quando ensino, ensino bem - note-se que me dou ao trabalho de ensinar, não descarto à partida), eu nunca hei-de ficar sem aquilo que lá fui buscar. Desde que a força da gravidade não opere e me deixem fazer o que eu quero, garanto que eu não fico a ver navios. Não faltava mais nada.

Por isso, homens deste mundo, não sei como será com o restante mulherio, mas, no meu ponto de vista, se andam insatisfeitos a culpa é só vossa.

Trolhas.

sexta-feira, 11 de março de 2011

By the way

isto

dá uma brutal moca

My body went wild

Não no bom sentido.

Estes 48 quilos de carne e gente (senhor meu deus que ainda sejam só 48 quilos, por favor, por favor) já viram melhores dias:
a) O ossinho da anca (como se chamará?) estala com certos movimentos;
b) O joelho direito faz uns barulhos esquisitos quando faço aquecimentos;
c) O dente que eu presumia morto armou um artigo 119.º do Código Civil (ide lá consultar, senão não tem piada).

Isto tudo para dizer que estou a funcionar com uma overdose de ibuprofeno.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Adoro esta coisa, vá-se lá entender

E por falar em celulite


Após ponderada reflexão (aí 20 segundos, entre um post e outro), conclui-se que o mal deste mundo (não digo do universo porque só falo do que conheço e não sei o que se passa no outerspace) é a celulite.

Vejamos:

1) Se não fosse a celulite as mulheres andavam todas muito mais bem dispostas;
2) Se não fosse a celulite as mulheres andavam todas de brutas mini-saias;
3) Na sequência das mini-saias, tudo quanto era homem andava atrás de meter as mãos debaixo das mini-saias;
4) As mulheres, por não terem celulite, andavam bem-dispostas e confiantes de si mesmas;
5) Por andarem bem dispostas e confiantes de si mesmas, as mulheres receberiam com agrado os avanços debaixo das mini-saias;
6) Os homens e as mulheres andariam extremamente ocupados a vestir e a tirar roupa - que, como todos sabemos, é coisa que leva tempo.
7) Logo, não havia tempo para pensar em parvoíces, como o preço da gasolina, bombardeamentos desnecessários, crise petrolífera and so on.

Portanto, esqueçam lá o projecto de pôr um homem em Marte ou mais além, a NASA deve investir todo o seu saber e tecnologia na criação de um sistema acessível, barato e fácil de proliferar pela terra que combata eficazmente a celulite.

E não o digo por motivos egoístas. É em prol da humanidade.

Resumo do Carnaval


Requiem pelo meu rabo

(e lá se foi pelo esgoto a semana fantástica que passei a fazer exercício, a besuntar-me com anticelulíticos e evitar chocolate)

Faz rewind e vamos começar outra vez.

Mas só a partir de amanhã, quando tiver acabados os dois quadradinhos que faltam.

Fui ver

Fui ver.
Gostei.
Estou bastante indecisa, não sei de qual gostei mais.
Acho que a minha capacidade decisória anda frouxa. Antigamente escolhia logo um preferido e estava a andar de mota. Deve ser da idade.

Desta vez levei companhia (sim, foi a mãe e o irmão, nada de interessante no escuro do cinema, portanto).

Além disso, foi esta companhia que originou o post sobre os atrasos e a incompatibilidade do meu espírito com os atrasos.

Escusado será dizer que tive de demonstrar o meu desagrado com um valente amuo (não vá a fama de cabra insuportável esvair-se).